
Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas que te fiz.
Deixa-me ser feliz assim,
Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
Súplica - Miguel de Torga
2010-06-22T11:00:00-03:00
vitalves
Poesias|
Outros autores em destaque
Artur da Távola
Augusto dos Anjos
Charles Chaplin
Chico Buarque
Chico Xavier
Clarice Lispector
Eugênio de Andrade
Fabrício Carpinejar
Gabito Nunes
Gabriel Chalita
Henrique Pedro
José Saramago
Luis Fernando Verissimo
Luíz Vaz de Camões
Lya Luft
Machado de Assis
Magali Moraes
Mahatma Gandhi
Manuel Bandeira
Martha Medeiros
Monteiro Lobato
Oswald de Andrade
Oswaldo Montenegro
Vander Lee
Victor Barone
Mais lidos
-
As árvores sempre foram para mim os oradores mais convincentes. Eu as venero entre suas famílias e povos, as florestas e os bosques, mas, ai...
-
Sempre odiei o que a maioria das pessoas fazem com os seus MSN's. Não estou falando desta vez dos emoticons insuportáveis que transform...
-
Hoje senti saudades De uma vida que não é minha Das pessoas que não são da família De viver uma rotina Aquela que eu vejo to...
